Eu Acredito…
terça-feira, outubro 4th, 2011
… que todas as pessoas podem ter saúde e qualidade de vida! Por isso criei o Programa “Aprenda Viver“!
… que todas as pessoas podem ter saúde e qualidade de vida! Por isso criei o Programa “Aprenda Viver“!
Depressão, Síndrome do Pânico, Medo, Fobias, Insegurança, Timidez, Baixa Auto-Estima, Estresse, Desmotivação, Desânimo, dificuldade no Relacionamento, Crises Conjugais, dificuldades na Educação dos Filhos, ou Dificuldades no Trabalho. O Programa “Aprenda Viver” oferece resultados em apenas 10 Sessões (90 minutos cada). Você vai encontrar respostas para superar as suas dificuldades e angustias pessoais ou profissionais, tirar dúvidas e obter saúde, alegria de viver e Qualidade de Vida. Conheça exemplos de sucesso em “Depoimentos“.
Numa visão holística e recorrendo ao que mais recentemente se têm vindo a descobrir sobre a condição e comportamento humano, as sessões trabalham a Educação Emocional, sem recorrer a medicamentos e com o diferencial do obter resultados no curto prazo, com inerentes reflexos na rápida recuperação da confiança e auto-estima e de forma autônoma e permanente, ou seja, possibilitando que você aprenda a superar não só as dificuldades no momento, mas também as que eventualmente possam surgir no futuro, nos diferentes aspectos da sua vida pessoal e profissional. Isso quer dizer que você passa a sentir o conforto, segurança e estabilidade emocional, gerados pela obtenção do dominio das situações que a vida lhe porporciona, aprendendo a agir de forma assertiva, construtiva e responsável. Tem por isso, também, significativas vantagens de economia de despesas e tempo dispendidos. Indicado para Adolescentes, Adultos, Casais.
O conceito de Inteligência Emocional, criado e difundido com a publicação, em 1995, do livro com o mesmo título, de Daniel Goleman, gerou nos últimos anos, um ainda não muito comentado e identificado complexo por parte de muitas pessoas, que não leram o livro, ou mesmo tendo lido, se convenceram que a maior ou menor dificuldade em lidar com as suas emoções é uma questão de inteligência. Esta ideia errônea gera um grande desconforto a quem por alguma razão se vê com dificuldades, muitas vezes aparentemente incontornáveis, comprometendo a qualidade de vida de quem julga ter alguma incapacidade ao nível da inteligência. Na verdade as emoções, ou a dificuldade em lidar com o seu equilíbrio, em nada tem a ver com a inteligência no indivíduo, exceto na relutância que ele eventualmente desenvolva em recusar ajuda.
O processo da Inteligência é de fato perfeitamente autônomo das emoções, podendo estas ser “educadas” por forma a transferir para o indivíduo a responsabilidade de escolher estar bem e responder assertivamente aos desafios do dia-a-dia, independentemente de qualquer fator estranho, seja ele motivado por pessoas ou por acontecimentos. É também por isso que considero mais correto, tal como outros pesquisadores [Augusto Cury, Claude Steiner e Paul Perry (...)], têm vindo a defender, o conceito de Educação Emocional, pois as emoções podem de fato ser educadas e com isso melhorar as nossas respostas e torná-las mais assertivas em favor da confiança em nós mesmos e da nossa harmonia, espiritualidade e felicidade.
O Programa “Aprenda Viver”, tem vindo a registrar, com um assinalável sucesso, a eficácia, na reposição desse equívoco que se tem gerado, contribuindo para a Educação Emocional de muitas pessoas que com ele aprenderam a melhorar a sua qualidade de vida, passando a assumir total controle na compreensão dos seus processos emocionais e na capacidade de entender as emoções, sabendo que a dificuldade que por vezes sentem nada tem a ver com um déficit de inteligência. Leia alguns dos depoimentos das muitas pessoas que participaram no programa “Aprenda Viver” e reserve a sua participação.
Não adie mais o seu desconforto ou desconfiança na sua capacidade de superação das dificuldades que estão comprometendo a sua qualidade de vida e da de todos os que consigo convivem. Conheça o programa “Aprenda Viver” especialmente concebido para você, que quer passar a ter domínio e tranquilidade na sua vida, seja nos aspetos profissionais, familiares ou no convívio em sociedade.
Escolha para você, ou recomende a alguém que você estima e que precisa melhorar definitivamente a sua vida. Informações no site: www.aprendaviver.com
VAMOS VIVER COM QUALIDADE DE VIDA!
Um médico estava fazendo sua caminhada matinal quando viu uma velhinha sentada no degrau de sua varanda fumando um cigarro. Curioso, ele foi até ela e perguntou:
“Não pude deixar de notar como a senhora parece feliz! Qual o seu segredo?”
“Eu fumo 10 cigarros por dia” ela respondeu. “Antes de ir pra cama eu fumo um grande baseado.
Fora isso, eu bebo uma garrafa de Jack Daniels toda semana e só como besteiras. Nos finais de
semana, tomo pílulas, faço sexo e nao faço nenhum exercício fisico”
O médico espantando: “Isso é extraordinário! Quantos anos a senhora tem?”
”Trinta e quatro” ela respondeu.
(Esta “reflexão”, foi-me enviada pela minha preciosa amiga Cacilda Costha Paranhos.)
Quando cheguei ao Brasil, apesar de observar uma generalizada tendência para as pessoas se preocuparem com a saúde, a verdade é que quando falava em produtos orgânicos, parecia que estava a falar de algo extravagante e excêntrico. Fui dando o exemplo (como sempre se deve fazer), procurei, cozinhei, divulguei, ofereci e, gradativamente, contando sempre com forte resistência, o cenário junto do meu ainda restrito círculo de amigos, foi mudando.
Paralelamente, nos últimos meses, é com muita satisfação que venho tomando conhecimento com louváveis iniciativas, que refletem a tendência da proliferação, um pouco por todo o país e como que remando contra a poderosíssima maré dos maus hábitos instituídos e da perigosa desinformação, de hortas orgânicas.
Escolas estão a criar as suas próprias hortas, com a participação direta de alunos e da comunidade que desse modo se vai sensibilizando e educando, da melhor maneira, para a necessidade e vantagens de mudar a sua alimentação. Numa iniciativa que considero histórica, a Primeira Dama Michelle Obama, também com a ajuda de crianças, transformou parte de jardim da Casa Branca numa horta de produtos 100% orgânicos, de onde sai 90% da produção que é utilizada para todas as refeições e banquetes que ocorrem naquela emblemática casa. Estes novos “jardins da saúde” que com toda a oportunidade, se designam de “Freedom Gardens” – Jardins da Liberdade, já tem até o site (em inglês), onde se encontra todo o tipo de informação e dicas para construir a sua horta no seu quintal. (ver o site: www.freedomgardengardens.org ). Em português, ainda no seu início e aguardando a sua participação, tem também o http://plantavel.ning.com . No Rio de Janeiro deu inicio também um interessante projeto que pode conhecer em www.rio.jr.gov.br/fpj/riohortas.htm Assim, devagar, bem devagarzinho, vai chegando a tão anunciada “Era Orgânica”, aonde a qualidade de vida, que vai registrando a ambição e preocupação crescente das pessoas, vai somando preciosos “pontos”.
Parabéns também a Curitiba que acaba de abrir o seu Mercado Orgânico e um abraço especial ao meu amigo Silvio Vieira que há nove anos teve a coragem e a visão de abrir o seu “Sabor Natural”.
Podíamos pensar que o sofrimento que perturba muitas pessoas (em muito maior número do que podemos imaginar), é proporcional ás desmedidas expectativas que elas criam e a não aceitação das sucessivas desilusões que por isso vão sentindo, como a intensidade de punhais que dilaceram a alma e ferem, por vezes de morte.
Mas as coisas não são bem assim. O sofrimento, por vezes sem razão aparente e sem causa plausível que algumas pessoas “adotam”, tem consequências bem devastadoras, mas os sintomas podem ser imperceptíveis, levando a que os problemas se arrastem, comprometendo definitivamente a qualidade de vida dessas pessoas e, diretamente, a das pessoas que lhes são próximas.
De alguma forma a sociedade assimilou esse flagelo, como algo que é mais ou menos inevitável e essa passiva aceitação vai contribuindo para que as vitimas pensem que têm de se conformar e que não há solução. Seja por razões sentimentais, profissionais, por perdas de entes queridos, por falta de auto-estima, ou tão simplesmente por algumas dificuldades de inserção social, sabem que não são únicas nesse processo e se esforçam por conseguir lidar com isso, levando ao limiar a resistência, que mais tarde ou mais cedo acaba por ceder, numa luta desleal, com um desfecho quantas e quantas vezes, fatal.
O que hoje quero aqui dizer e preciso de o dizer de forma categórica, é que todo esse incomensurável sofrimento é, na verdade, apenas uma escolha. Pode parecer dramático e irresponsável dizer isto assim, deste modo cru e simples, especialmente a pessoas que há anos se debatem com a perturbadora incapacidade de inverter um sofrimento que parece tão inevitável quanto inultrapassável e insuperável. Mas assumo, como modesto contributo para inverter a cruel tendência da passividade e permissividade com que estamos a lidar com esta questão:
Sofrer é uma escolha!… e quero levar a todos esta mensagem. Quero que as pessoas ganhem a coragem de pedir ajuda, aprendam a acreditar que para tudo tem (de fato), uma solução. A você, que sofre, quero dizer “bem alto” e independentemente das crenças religiosas ( ou outras) que possa ter (e essas eu quero sempre respeitar): não estamos aqui para sofrer (ponto final). É assim, tão simples, acredite! Por mim, assumo a responsabilidade do o provar, de consegui-lo e agora, aqui, de divulgá-lo. É isso que me ocupo em garantir nos meus cursos e palestras. Se você sofre, está desalinhado(a) com a realidade. Pare de lutar em silêncio. Pare de se sentir só! Tome uma atitude! Não desperdice a sua vida, nem a das pessoas que o(a) amam. Procure hoje mesmo uma saída confortável para o seu sofrimento, procure ajuda de um amigo, de uma terapia, de um profissional competente.
PS: Para todos os interessados, recomendo, obviamente, o meu curso:
Informe-se também sobre o Atendimento On-line.
Inscreva-se… e seja FELIZ!