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O Complexo da Inteligência Emocional

terça-feira, fevereiro 15th, 2011

emocoes

O conceito de Inteligência Emocional, criado e difundido com a publicação, em 1995, do livro com o mesmo título, de Daniel Goleman, gerou nos últimos anos, um ainda não muito comentado e identificado complexo por parte de muitas pessoas, que não leram o livro, ou mesmo tendo lido, se convenceram que a maior ou menor dificuldade em lidar com as suas emoções é uma questão de inteligência. Esta ideia errônea gera um grande desconforto a quem por alguma razão se vê com dificuldades, muitas vezes aparentemente incontornáveis, comprometendo a qualidade de vida de quem julga ter alguma incapacidade ao nível da inteligência. Na verdade as emoções, ou a dificuldade em lidar com o seu equilíbrio, em nada tem a ver com a inteligência no indivíduo, exceto na relutância que ele eventualmente desenvolva em recusar ajuda.

O processo da Inteligência é de fato perfeitamente autônomo das emoções, podendo estas ser “educadas” por forma a transferir para o indivíduo a responsabilidade de escolher estar bem e responder assertivamente aos desafios do dia-a-dia, independentemente de qualquer fator estranho, seja ele motivado por pessoas ou por acontecimentos. É também por isso que considero mais correto, tal como outros pesquisadores [Augusto Cury, Claude Steiner e Paul Perry (...)], têm vindo a defender,  o conceito de Educação Emocional, pois as emoções podem de fato ser educadas e com isso melhorar as nossas respostas e torná-las mais assertivas em favor da confiança em nós mesmos e da nossa harmonia, espiritualidade e felicidade.

O Programa “Aprenda Viver”, tem vindo a registrar, com um assinalável sucesso, a eficácia, na reposição desse equívoco que se tem gerado, contribuindo para a Educação Emocional de muitas pessoas que com ele aprenderam a melhorar a sua qualidade de vida, passando a assumir total controle na compreensão dos seus processos emocionais e na capacidade de entender as emoções, sabendo que a dificuldade que por vezes sentem nada tem a ver com um déficit de inteligência. Leia alguns dos depoimentos das muitas pessoas que participaram no programa “Aprenda Viver” e reserve a sua participação.

Não adie mais o seu desconforto ou desconfiança na sua capacidade de superação das dificuldades que estão comprometendo a sua qualidade de vida e da de todos os que consigo convivem. Conheça o programa “Aprenda Viver” especialmente concebido para você, que quer passar a ter domínio e tranquilidade na sua vida, seja nos aspetos profissionais, familiares ou no convívio em sociedade.

Escolha para você, ou recomende a alguém que você estima e que precisa melhorar definitivamente a sua vida. Informações no site: www.aprendaviver.com

O Sofrimento de quem Sofre

terça-feira, junho 16th, 2009

Podíamos pensar que o sofrimento que perturba muitas pessoas (em muito maior número do que podemos imaginar), é proporcional ás desmedidas expectativas que elas criam e a não aceitação das sucessivas desilusões que por isso vão sentindo, como a intensidade de punhais que dilaceram a alma e ferem, por vezes de morte.

Mas as coisas não são bem assim. O sofrimento, por vezes sem razão aparente e sem causa plausível que algumas pessoas “adotam”, tem consequências bem devastadoras, mas os sintomas podem ser imperceptíveis, levando a que os problemas se arrastem, comprometendo definitivamente a qualidade de vida dessas pessoas e, diretamente, a das pessoas que lhes são próximas.

De alguma forma a sociedade assimilou esse flagelo, como algo que é mais ou menos inevitável e essa passiva aceitação vai contribuindo para que as vitimas pensem que têm de se conformar e que não há solução. Seja por razões sentimentais, profissionais, por perdas de entes queridos, por falta de auto-estima, ou tão simplesmente por algumas dificuldades de inserção social, sabem que não são únicas nesse processo e se esforçam por conseguir lidar com isso, levando ao limiar a resistência, que mais tarde ou mais cedo acaba por ceder, numa luta desleal, com um desfecho quantas e quantas vezes, fatal.

O que hoje quero aqui dizer e preciso de o dizer de forma categórica, é que todo esse incomensurável sofrimento é, na verdade, apenas uma escolha. Pode parecer dramático e irresponsável dizer isto assim, deste modo cru e simples, especialmente a pessoas que há anos se debatem com a perturbadora incapacidade de inverter um sofrimento que parece tão inevitável quanto inultrapassável e insuperável. Mas assumo, como modesto contributo para inverter a cruel tendência da passividade e permissividade com que estamos a lidar com esta questão:

Sofrer é uma escolha!… e quero levar a todos esta mensagem. Quero que as pessoas ganhem a coragem de pedir ajuda, aprendam a acreditar que para tudo tem (de fato), uma solução. A você, que sofre, quero dizer “bem alto” e independentemente das crenças religiosas ( ou outras) que possa ter (e essas eu quero sempre respeitar): não estamos aqui para sofrer (ponto final).  É assim, tão simples, acredite! Por mim, assumo a responsabilidade do o provar, de consegui-lo e agora, aqui, de divulgá-lo. É isso que me ocupo em  garantir nos meus cursos e palestras. Se você sofre, está desalinhado(a) com a realidade. Pare de lutar em silêncio. Pare de se sentir só! Tome uma atitude! Não desperdice a sua vida, nem a das pessoas que o(a) amam.  Procure hoje mesmo uma saída confortável para o seu sofrimento, procure ajuda de um amigo, de uma terapia, de um profissional competente.

PS: Para todos os interessados, recomendo, obviamente, o meu curso:

Aprenda Viver!

Informe-se também sobre o Atendimento On-line.

Inscreva-se… e seja FELIZ!