Posts Tagged ‘Educação Emocional’

Eu Acredito!…

terça-feira, outubro 4th, 2011

Nesta nova categoria que agora início no meu blog, tenho como objetivo criar como que uma rúbrica para expressar “as minhas crenças” em algumas verdades que considero inquestionáveis. Não sou, de fato, daqueles que não acreditam em “Verdades Feitas” e não me preocupa ter medo de sentir que com isso poderei colocar em causa qualquer liberdade que me seja fundamental. De fato, até mesmo as minhas mais viscerais e ousadas intuições libertinas, coabitam em perfeita tranquilidade com as verdades que muitos poderiam sentir e definir como asfixiantes e restritivas, mas que para mim, são não só grandiosas, como a sua rejeição, um reflexo da renegada sabedoria natural e inata que insistimos em não identificar, praticar e aproveitar em nosso favor, com impato de extrema negatividade na condução das nossas vidas e responsabilidades e na consequente (e por demais evidente) falta de assertividade na nossa educação (entenda-se particulamente, a cívica) e da daqueles que estão sob a nossa alçada, como os nosso filhos, ou os nossos educandos. Afinal, “é dificil viver as verdades do mundo, quando o seu coração não se sente à vontade.˜

O Complexo da Inteligência Emocional

terça-feira, fevereiro 15th, 2011

emocoes

O conceito de Inteligência Emocional, criado e difundido com a publicação, em 1995, do livro com o mesmo título, de Daniel Goleman, gerou nos últimos anos, um ainda não muito comentado e identificado complexo por parte de muitas pessoas, que não leram o livro, ou mesmo tendo lido, se convenceram que a maior ou menor dificuldade em lidar com as suas emoções é uma questão de inteligência. Esta ideia errônea gera um grande desconforto a quem por alguma razão se vê com dificuldades, muitas vezes aparentemente incontornáveis, comprometendo a qualidade de vida de quem julga ter alguma incapacidade ao nível da inteligência. Na verdade as emoções, ou a dificuldade em lidar com o seu equilíbrio, em nada tem a ver com a inteligência no indivíduo, exceto na relutância que ele eventualmente desenvolva em recusar ajuda.

O processo da Inteligência é de fato perfeitamente autônomo das emoções, podendo estas ser “educadas” por forma a transferir para o indivíduo a responsabilidade de escolher estar bem e responder assertivamente aos desafios do dia-a-dia, independentemente de qualquer fator estranho, seja ele motivado por pessoas ou por acontecimentos. É também por isso que considero mais correto, tal como outros pesquisadores [Augusto Cury, Claude Steiner e Paul Perry (...)], têm vindo a defender,  o conceito de Educação Emocional, pois as emoções podem de fato ser educadas e com isso melhorar as nossas respostas e torná-las mais assertivas em favor da confiança em nós mesmos e da nossa harmonia, espiritualidade e felicidade.

O Programa “Aprenda Viver”, tem vindo a registrar, com um assinalável sucesso, a eficácia, na reposição desse equívoco que se tem gerado, contribuindo para a Educação Emocional de muitas pessoas que com ele aprenderam a melhorar a sua qualidade de vida, passando a assumir total controle na compreensão dos seus processos emocionais e na capacidade de entender as emoções, sabendo que a dificuldade que por vezes sentem nada tem a ver com um déficit de inteligência. Leia alguns dos depoimentos das muitas pessoas que participaram no programa “Aprenda Viver” e reserve a sua participação.

Não adie mais o seu desconforto ou desconfiança na sua capacidade de superação das dificuldades que estão comprometendo a sua qualidade de vida e da de todos os que consigo convivem. Conheça o programa “Aprenda Viver” especialmente concebido para você, que quer passar a ter domínio e tranquilidade na sua vida, seja nos aspetos profissionais, familiares ou no convívio em sociedade.

Escolha para você, ou recomende a alguém que você estima e que precisa melhorar definitivamente a sua vida. Informações no site: www.aprendaviver.com

Educação Emocional

quinta-feira, setembro 9th, 2010

bolas-emocionaisA par Educação Escolar e da Formação Acadêmica que há muito consideramos necessárias para a obtenção de um padrão de vida minimamente satisfatório, devemos acrescentar, como complemento fundamental (e que deve ser entendido como uma responsabilidade individual prioritária e crucial), a nossa Educação Emocional. Impressiona a forma como ainda não nos damos conta do quanto o conhecimento acadêmico, tão bem conotado e desejado ao longo dos tempos como manifestação das capacidades do intelecto (mesmo nos mais elevados níveis que podemos considerar), e apesar do seu indiscutível valor e contributo para a elevação,  da nossa condição humana, não garante, por si só,  a certeza de um bom desempenho, ao nível das nossas ilimitadas capacidades, para a assertividade das nossas atitudes comportamentais, das escolhas que fazemos, nas pequenas e grandes coisas, ao longo da  vida, em termos pessoais, dos relacionamentos e práticas de cidadania, e das nossas opções profissionais. Na minha prática de atendimento individual, tenho, como acredito que todos têm também nas suas vivências e experiências pessoais, constatado inúmeros casos de pessoas, sensíveis, com irrepreensível conduta e conhecimentos acadêmicos, mas que se apresentam como farrapos humanos, destroçados pela incapacidade de se entenderem e de lidarem com as emoções. Ou, num outro extremo, pessoas simples, despreparadas academicamente, que levam a vida intuitivamente, por impulsos, com uma arbitrariedade que lhes é sempre externa, sem controle, ao sabor dos ventos, das boas e más sortes. Essas pessoas (uns e outros), nem por isso deixam de ser pais e mães, educadores, trabalhadores,  governantes, cumplices fazedores desta sociedade que (des)constroem, descaracterizando-a de valores mais harmoniosos, valorosos e humanistas, apenas pelo usufruto da sua condição de agir, de forma totalmente desresponsabilizada, mas legitimada pela “opinião pública” que nós mesmos emitimos e alimentamos, das leis que nós mesmos criamos e adaptamos, em defesa da promíscua libertinagem em que covardemente nos escondemos, sob o rótulo de palavras que assim tornamos ocas, como Liberdade, Direitos, Igualdade Social, Cidadania, Democracia, Responsabilidade, Educação,…

Educar as emoções, é a chave não só para o sucesso, assertividade, sentido ético e de responsabilidade de cada indivíduo, mas também a derradeira “fórmula” para a construção de uma sociedade humanizada, pacificada e justa. Comprovamos essa teoria se considerarmos, como exemplo, que uma das mais notórias e efetivas vantagens de uma boa Educação Emocional, é a capacidade de superação do medo; e o medo, com intensidade proporcional, é a razão de toda e qualquer manifestação de agressividade, violência, injustiça, incompreensão e intolerância. Precisamos entender isto com a mais pura e intensa firmeza, sem reservas ou indiferenças,  e o ideal seria que cada ser humano colocasse como objetivo prioritário a sua responsabilização por “aprender” a Educação Emocional, com o mesmo fervor e entusiasmo que desde cedo coloca na procura da riqueza e na obtenção de bens materiais.

Que bom seria se não nos fosse dada a possibilidade de obter uma sem a outra. Que bom seria descobrirmos que não precisamos dessa (riqueza), se tivermos a outra. Que bom seria habitar um mundo verdadeiramente igualitário, nos direitos, nas condições e qualidade de vida, nas oportunidades. Que maravilhoso imagino ser, viver e conviver com pessoas equilibradas, verdadeiras e felizes… Que bom que seria!

PS: Faça a sua parte, obtenha a sua Educação Emocional. Eduque e se Eduque!

Mais informações no site: www.aprendaviver.com