Posts Tagged ‘assertividade’

Eu Acredito!…

terça-feira, outubro 4th, 2011

Nesta nova categoria que agora início no meu blog, tenho como objetivo criar como que uma rúbrica para expressar “as minhas crenças” em algumas verdades que considero inquestionáveis. Não sou, de fato, daqueles que não acreditam em “Verdades Feitas” e não me preocupa ter medo de sentir que com isso poderei colocar em causa qualquer liberdade que me seja fundamental. De fato, até mesmo as minhas mais viscerais e ousadas intuições libertinas, coabitam em perfeita tranquilidade com as verdades que muitos poderiam sentir e definir como asfixiantes e restritivas, mas que para mim, são não só grandiosas, como a sua rejeição, um reflexo da renegada sabedoria natural e inata que insistimos em não identificar, praticar e aproveitar em nosso favor, com impato de extrema negatividade na condução das nossas vidas e responsabilidades e na consequente (e por demais evidente) falta de assertividade na nossa educação (entenda-se particulamente, a cívica) e da daqueles que estão sob a nossa alçada, como os nosso filhos, ou os nossos educandos. Afinal, “é dificil viver as verdades do mundo, quando o seu coração não se sente à vontade.˜

A “negra dança da vida”

quarta-feira, agosto 18th, 2010

idosos-felizesNão costumamos questionar o que nos parece evidente,  e por isso também pouco questionamos a própria vida – o que fazemos com ela, como a “gastamos” ( já que ela nos foi dada,  sem esforço e sem necessidade de empenho da nossa parte). Absortos com o nosso dia a dia, com as escolhas e compromissos que improvisamos para atender as nossas efêmeras necessidades, acabamos por subestimar as  ilimitadas capacidades com que somos dotados. Por outro lado, temos a aguçada capacidade de julgar, de opinar e de ser reativos a tudo o que não nos agrada, ou nos gera desconforto. As nossas espantosas capacidades e energia acabam por ser colocadas  ao serviço desgastante e desesperante  de minimizar ou adiar os efeitos das “autoflagelações” e “mutilações” que submetemos com a mais silenciosa crueldade o nosso corpo, a mente, as nossas vidas. Alimentamos com fútil “habilidade” e  indiferença  a incapacidade de nos escutarmos, a nós, aos outros e de entender a nossa essência associando-a à assertividade e à possibilidade de ser feliz. Resignamo-nos com a idéia de que vamos morrer inevitavelmente doentes e infelizes. Na verdade, apenas uma das cerca de 1700 pessoas que em média conhecemos (mais estreitamente) ao longo da vida, vai morrer de causas naturais.Todos os restantes, com uma ENORME possibilidade de estarmos incluindos, vai morrer de doença ou acidente.  Quanto tempo mais vamos participar nesta “dança”? E você,… de que lado vai escolher ficar?

Precisamos aprender a escolher o outro lado da “realidade”. Aprenda Viver!