Archive for the ‘Sem categoria’ Category

Zico convoca o Brasil

sexta-feira, junho 17th, 2011

Mentiras no Currículo

quarta-feira, setembro 22nd, 2010

mentiras-no-curriculo

Informação falsa não deve ser confundida com omissão de dados. Nesta situação o candidato pode gerar uma entrevista, naquela é eliminado do processo seletivo.

Por Rômulo Martins

Fonte:Empregos.com.brx

Quem nunca se rendeu a uma mentirinha no currículo na hora de enviá-lo ao recrutador? Afinal, não dá para perder a chance de ser chamado para a entrevista de emprego por conta de um “detalhe”. Elevar o nível do idioma estrangeiro ou informar que domina determinado software, quando na verdade se tem apenas noções da ferramenta, seria uma forma de passar à etapa seguinte do processo de seleção. Contudo, não é esta a recomendação dos consultores de carreira e recursos humanos.

“O fato de tentar fortalecer o currículo para chegar à entrevista presencial e convencer o entrevistador de que é capaz de assumir uma posição provoca o efeito contrário. Ao mentir, o candidato fragiliza sua imagem profissional”, afirma André Assef, diretor operacional da Desix, empresa de recursos humanos focada em tecnologia da informação.

Isso acontece, explica Assef, porque os recrutadores recorrem a técnicas que comprovam ou não os dados informados no currículo. Segundo ele, a entrevista é o principal medidor para descobrir se o candidato realmente possui as competências descritas no documento. “Ao longo de uma conversa bem conduzida é possível identificar contradições por meio de perguntas abertas. Em uma entrevista técnica, por exemplo, não podem ser aceitas respostas monossilábicas.”

De acordo com Assef, o candidato que se contradiz torna frágil a relação com o recrutador. Seu futuro tem destino certo: a eliminação do processo seletivo.

As mentiras mais contadas pelos candidatos:
1. Informa que possui graduação completa, mas na verdade não concluiu ou nunca frequentou o curso.
2. Diz que domina dada linguagem técnica ou software, porém não detalha as ferramentas dos programas na entrevista.
3. Menciona que possui fluência em outro idioma, contudo sente dificuldade ao se comunicar com o entrevistador em língua estrangeira.
4. Inventa que é formado em uma universidade conceituada ou que trabalhou em uma empresa de renome.
5. Diz que possui experiência na área ou que já ocupou determinado cargo, no entanto se atrapalha no momento de especificar as atividades supostamente realizadas.
6. Mente dados pessoais como idade, estado civil e endereço. Além disso, informa que não tem filhos.
7. Cita que conhece outros países para supervalorizar o currículo, todavia comete gafes ao descrever as cidades que hipoteticamente visitou ou responde às questões do recrutador de forma monossilábica e genérica.

Mentira tem perna curta
Anos de experiência garantem que profissionais de recursos humanos identifiquem mentiras no ato. Confira quais técnicas são utilizadas pelos especialistas para descobrir se o candidato diz a verdade.

  • Para averiguar se o candidato realmente possui a experiência profissional descrita no currículo os profissionais de RH costumam entrar em contato com as empresas em que ele informa ter trabalhado. Além disso, especialistas lançam mão da entrevista técnica.
  • Para constatar o nível do idioma estrangeiro, o domínio de softwares ou o conhecimento em linguagens específicas são realizados testes práticos ou entrevistas técnicas.
  • Dados pessoais e formação são checados na entrega dos documentos e durante o processo de seleção. Qualquer contradição entre o que foi dito na entrevista e a documentação pode levar a não contratação do candidato.
  • Outras experiências mencionadas no currículo, como viagens internacionais, são investigadas durante o processo seletivo por meio de perguntas abertas. O candidato que demonstra insegurança ou revela incoerência ao descrever seu suposto conhecimento ou vivência é eliminado do processo.

Observação: mentiras descobertas após a contratação, referentes ao estado civil, por exemplo, além de prejudicar a imagem profissional e dissolver a relação de confiança com a organização, podem custar o emprego.

Não confunda mentira com omissão
Homero Amato, headhunter e professor do Instituto Nacional de Pós-graduação, ensina que o profissional não deve confundir mentira com omissão. Segundo Amato, deixar de informar alguns dados no currículo pode ser uma maneira estratégica de o candidato gerar uma entrevista.

O professor argumenta que candidatos na faixa dos 40 anos ou mais e mulheres que têm filhos pequenos podem deixar de ser contratados caso exponham essas informações no currículo. De acordo com ele, esses dados podem ser revelados durante a entrevista de emprego quando questionados pelo recrutador.

O mesmo acontece quando o profissional trabalha e vive em outra cidade e informa o endereço e o telefone da família ou de amigos para facilitar o contato com as empresas. Para Amato, nesse caso o candidato não está mentindo; está sendo estratégico. O motivo de mencionar o endereço alheio e não o próprio deve ser esclarecido na entrevista, recomenda o headhunter.

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Colaborou Ana Cristina Limongi, professora do Programa de Gestão de Pessoas da Fundação Instituto de Administração.

Educação Emocional

quinta-feira, setembro 9th, 2010

bolas-emocionaisA par Educação Escolar e da Formação Acadêmica que há muito consideramos necessárias para a obtenção de um padrão de vida minimamente satisfatório, devemos acrescentar, como complemento fundamental (e que deve ser entendido como uma responsabilidade individual prioritária e crucial), a nossa Educação Emocional. Impressiona a forma como ainda não nos damos conta do quanto o conhecimento acadêmico, tão bem conotado e desejado ao longo dos tempos como manifestação das capacidades do intelecto (mesmo nos mais elevados níveis que podemos considerar), e apesar do seu indiscutível valor e contributo para a elevação,  da nossa condição humana, não garante, por si só,  a certeza de um bom desempenho, ao nível das nossas ilimitadas capacidades, para a assertividade das nossas atitudes comportamentais, das escolhas que fazemos, nas pequenas e grandes coisas, ao longo da  vida, em termos pessoais, dos relacionamentos e práticas de cidadania, e das nossas opções profissionais. Na minha prática de atendimento individual, tenho, como acredito que todos têm também nas suas vivências e experiências pessoais, constatado inúmeros casos de pessoas, sensíveis, com irrepreensível conduta e conhecimentos acadêmicos, mas que se apresentam como farrapos humanos, destroçados pela incapacidade de se entenderem e de lidarem com as emoções. Ou, num outro extremo, pessoas simples, despreparadas academicamente, que levam a vida intuitivamente, por impulsos, com uma arbitrariedade que lhes é sempre externa, sem controle, ao sabor dos ventos, das boas e más sortes. Essas pessoas (uns e outros), nem por isso deixam de ser pais e mães, educadores, trabalhadores,  governantes, cumplices fazedores desta sociedade que (des)constroem, descaracterizando-a de valores mais harmoniosos, valorosos e humanistas, apenas pelo usufruto da sua condição de agir, de forma totalmente desresponsabilizada, mas legitimada pela “opinião pública” que nós mesmos emitimos e alimentamos, das leis que nós mesmos criamos e adaptamos, em defesa da promíscua libertinagem em que covardemente nos escondemos, sob o rótulo de palavras que assim tornamos ocas, como Liberdade, Direitos, Igualdade Social, Cidadania, Democracia, Responsabilidade, Educação,…

Educar as emoções, é a chave não só para o sucesso, assertividade, sentido ético e de responsabilidade de cada indivíduo, mas também a derradeira “fórmula” para a construção de uma sociedade humanizada, pacificada e justa. Comprovamos essa teoria se considerarmos, como exemplo, que uma das mais notórias e efetivas vantagens de uma boa Educação Emocional, é a capacidade de superação do medo; e o medo, com intensidade proporcional, é a razão de toda e qualquer manifestação de agressividade, violência, injustiça, incompreensão e intolerância. Precisamos entender isto com a mais pura e intensa firmeza, sem reservas ou indiferenças,  e o ideal seria que cada ser humano colocasse como objetivo prioritário a sua responsabilização por “aprender” a Educação Emocional, com o mesmo fervor e entusiasmo que desde cedo coloca na procura da riqueza e na obtenção de bens materiais.

Que bom seria se não nos fosse dada a possibilidade de obter uma sem a outra. Que bom seria descobrirmos que não precisamos dessa (riqueza), se tivermos a outra. Que bom seria habitar um mundo verdadeiramente igualitário, nos direitos, nas condições e qualidade de vida, nas oportunidades. Que maravilhoso imagino ser, viver e conviver com pessoas equilibradas, verdadeiras e felizes… Que bom que seria!

PS: Faça a sua parte, obtenha a sua Educação Emocional. Eduque e se Eduque!

Mais informações no site: www.aprendaviver.com

À Procura do Primeiro Emprego

quarta-feira, setembro 8th, 2010

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A procura do primeiro emprego é sempre uma período de especiais tensões, dúvidas e inseguranças. Pensando nisso, criámos um novo curso que atende a essas e outras necessidades. Em parceria com a Integrar Estágios, este curso, criteriosamente elaborado e projetado, atende especificamente ás necessidades e anseios dos jovens à procura do primeiro emprego. O primeiro curso está agendado já para São Paulo (Av. Paulista) no próximo dia 30 de Setembro. Para obter informações e o  programa de curso, acesse o site: www.aprendaviver.com, em “Próximos Eventos”.

Terrorismo Emocional

domingo, agosto 22nd, 2010

A palavra – TERRORISMO – é a uma das que mais tem o poder de gerar desconforto imediato. Como  forma de ameaça intencional e sistemática às pessoas e às sociedades, por meio de atos de violência, supera até o pavor que temos de outras palavras igualmente antipáticas como: guerra, fome, traição, doença, etc… Consideramos habitualmente o terrorismo, algo que atemoriza pela destruição, violência ou agressividade física e tem um efeito visual de profundo dramatismo e o 11 de Setembro é um exemplo que ficou para a história e para intensificar a má reputação desta palavra. Na verdade, enquanto muitas palavras se valem de uma maior condescendência hermenêutica, possibilitando uma interpretação como que suavizada da implícita negatividade que carregam, sobretudo quando associadas a outras: “guerra dos sexos”, “arte da guerra”, “greve de fome”, etc., a palavra terrorismo, não consegue esconder o seu dramatismo e pavor que causa, seja qual for o contexto.
Uma forma de terror, no entanto, tem vindo a ser menos considerada, não obstante os seus efeitos devastadores, pela forma silenciosa e brutal como é infligida, com requintes cruéis de malvadeza e profundo desrespeito pelo próximo. É uma forma de terrorismo invisível, mas muito comum e que podemos considerar de proporções mais “domésticas”, pelo quanto se verifica em ambientes restritos muitas vezes no anonimato de muitos lares, ou em igualmente restritos ambientes de trabalho, onde pessoas conseguem exercer sobre o outro uma influência altamente prejudicial com consequências muitas vezes irremediavelmente nefastas para quem, no silêncio e no desespero da incapacidade de superação, se vai corroendo por dentro, definhando como que possuída por um vírus letal, invisível, que não dá tréguas e que não tem antídoto, pelo quanto a pessoa, muitas vezes, não consegue pedir ajuda. Chamamos a esse tipo de afronta – terrorismo emocional. Aquele em que alguém, se valendo de uma posição de superioridade física, hierárquica e emocional, ou por algum outro tipo de chantagem, inflige no outro, um tipo de despotismo, dependência, escravidão e o submete a intoleráveis e desgastantes pressões emocionais, exigências, ou expondo ao ridículo, explorando pontos fracos e fragilidades, com efeitos absolutamente devastadores ecom o agravante que na maioria dos casos, tudo isso pode acontecer com surpreendente sutileza, sem agressividade ou violência explícitas, impossibilitando, também por isso, sua  identificação e denúncia.
Todos nós conhecemos sem saber, pessoas que estão sujeitas a este tipo de terrorismo. Podem ser homens ou mulheres, idosos e crianças. Acredite, são bem mais do que podemos imaginar.
Faço por isso deste texto, um grito de alerta, para todos os que o leiam, que possam aguçar suas sensibilidades na identificação e auxilio de eventuais casos. Precisamos lembrar que a gravidade de uma ofensa, seja ela física, ou emocional, é rigorosamente proporcional à incapacidade que o outro tenha de superá-la.
Faça a sua parte. Fique atento ao seu redor e reflita sobre a forma como trata, ou vê os outros serem tratados. Ajude e Aprenda Viver!

2 Novos Cursos

segunda-feira, agosto 16th, 2010

Já estão agendados mais 2 cursos para as datas de 22 e 24 de Setembro. Para informações e inscrições, acesse: www.aprendaviver.com, em “PRÓXIMOS EVENTOS” (no canto inferior esquerdo so site).

Augusto Cury, Centro de estudos (CEAC Brasil)

sexta-feira, setembro 18th, 2009

O CEAC Brasil (Centro de Estudos Augusto Cury) inicou os trabalhos.

Conheça as atividades em : www.aprendaviver.com

CEAC Brasil, de São Paulo para todo o país!

Contato: ceacbrasil@aprendaviver.com