Síndrome do Pânico
quarta-feira, agosto 4th, 2010Uma das mais desgastantes manifestações da reação do organismo, de origem psicológica ou emocional, a situações prolongadas de estresse, é a denominada Síndrome do Pânico. Por ser um distúrbio que pode ter causas diversas de fatores externos, rigorosamente influenciado pelas maiores adversidades e dificuldades experienciadas pelas diferentes pessoas, nas suas dificuldades de resolução e assimilação, pode parecer difícil uma intervenção assertiva ou imediata, que se mostra, do ponto de vista do paciente e dos familiares e amigos próximos, muito difícil de superar. Isso gera graves problemas, não só pela violência das sensações reais e limitações significativas a que o paciente se sente muito desconfortavelmente sujeito, onde toda a rotina habitual muda e a pessoa se sente engessada, incompreendida e só, mas também no seio do seu ambiente familiar e social, onde as pessoas mais próximas (que têm desse modo, também, as suas rotinas alteradas), sentem não só a dificuldade de entender essas limitações que a pessoa de repente passa a evidenciar, como, em muitos casos, passam a desconfiar da veracidade dessas limitações e comportamentos apresentados, sobretudo quando após inúmeros exames e consultas a diferentes especialistas, todos os resultados são normais.
Apesar deste “cenário” de profundo desconcerto e sofrimento, é importante que se saiba que o Síndrome do Pânico, ou Transtorno do Pânico, tem cura e que essa cura não precisa passar pelo recurso a medicamentos que podem atenuar, num primeiro momento, os efeitos, mas também podem se mostrar, posteriormente, outro tipo de impedimento na recuperação definitiva e adequada do paciente, pelo inerente processo de intoxicação que costuma gerar insegurança, pelo quanto o paciente não sente um desejável maior domínio das suas faculdades sensitivas e até, por vezes, psicomotoras. O importante é que todas as pessoas que se vêm acometidas por esse quadro, saibam que podem ficar bem e livrar-se desse instituído e errôneo determinismo que parece ganhar força, de que se trata de uma doença sem cura. É possível passar a ter consciência das causas que levam a esse quadro e a aprender a educar as emoções e adquirir mecanismos autônomos para recuperar a confiança, a segurança, auto-estima e a capacidade de superação de forma definitiva e a consequente reivindicação da legitima qualidade de vida.
Se é o seu caso, se tiver ou conhecer alguém com esses sintomas, ou com outro qualquer quadro depressivo, indique o nosso contato e agende hoje mesmo uma sessão. Aprenda Viver!