A palavra - TERRORISMO - é a uma das que mais tem o poder de gerar desconforto imediato. Como forma de ameaça intencional e sistemática às pessoas e às sociedades, por meio de atos de violência, supera até o pavor que temos de outras palavras igualmente antipáticas como: guerra, fome, traição, doença, etc… Consideramos habitualmente o terrorismo, algo que atemoriza pela destruição, violência ou agressividade física e tem um efeito visual de profundo dramatismo e o 11 de Setembro é um exemplo que ficou para a história e para intensificar a má reputação desta palavra. Na verdade, enquanto muitas palavras se valem de uma maior condescendência hermenêutica, possibilitando uma interpretação como que suavizada da implícita negatividade que carregam, sobretudo quando associadas a outras: “guerra dos sexos”, “arte da guerra”, “greve de fome”, etc., a palavra terrorismo, não consegue esconder o seu dramatismo e pavor que causa, seja qual for o contexto.
Uma forma de terror, no entanto, tem vindo a ser menos considerada, não obstante os seus efeitos devastadores, pela forma silenciosa e brutal como é infligida, com requintes cruéis de malvadeza e profundo desrespeito pelo próximo. É uma forma de terrorismo invisível, mas muito comum e que podemos considerar de proporções mais “domésticas”, pelo quanto se verifica em ambientes restritos muitas vezes no anonimato de muitos lares, ou em igualmente restritos ambientes de trabalho, onde pessoas conseguem exercer sobre o outro uma influência altamente prejudicial com consequências muitas vezes irremediavelmente nefastas para quem, no silêncio e no desespero da incapacidade de superação, se vai corroendo por dentro, definhando como que possuída por um vírus letal, invisível, que não dá tréguas e que não tem antídoto, pelo quanto a pessoa, muitas vezes, não consegue pedir ajuda. Chamamos a esse tipo de afronta - terrorismo emocional. Aquele em que alguém, se valendo de uma posição de superioridade física, hierárquica e emocional, ou por algum outro tipo de chantagem, inflige no outro, um tipo de despotismo, dependência, escravidão e o submete a intoleráveis e desgastantes pressões emocionais, exigências, ou expondo ao ridículo, explorando pontos fracos e fragilidades, com efeitos absolutamente devastadores ecom o agravante que na maioria dos casos, tudo isso pode acontecer com surpreendente sutileza, sem agressividade ou violência explícitas, impossibilitando, também por isso, sua identificação e denúncia.
Todos nós conhecemos sem saber, pessoas que estão sujeitas a este tipo de terrorismo. Podem ser homens ou mulheres, idosos e crianças. Acredite, são bem mais do que podemos imaginar.
Faço por isso deste texto, um grito de alerta, para todos os que o leiam, que possam aguçar suas sensibilidades na identificação e auxilio de eventuais casos. Precisamos lembrar que a gravidade de uma ofensa, seja ela física, ou emocional, é rigorosamente proporcional à incapacidade que o outro tenha de superá-la.
Faça a sua parte. Fique atento ao seu redor e reflita sobre a forma como trata, ou vê os outros serem tratados. Ajude e Aprenda Viver!
Não costumamos questionar o que nos parece evidente, e por isso também pouco questionamos a própria vida - o que fazemos com ela, como a “gastamos” ( já que ela nos foi dada, sem esforço e sem necessidade de empenho da nossa parte). Absortos com o nosso dia a dia, com as escolhas e compromissos que improvisamos para atender as nossas efêmeras necessidades, acabamos por subestimar as ilimitadas capacidades com que somos dotados. Por outro lado, temos a aguçada capacidade de julgar, de opinar e de ser reativos a tudo o que não nos agrada, ou nos gera desconforto. As nossas espantosas capacidades e energia acabam por ser colocadas ao serviço desgastante e desesperante de minimizar ou adiar os efeitos das “autoflagelações” e “mutilações” que submetemos com a mais silenciosa crueldade o nosso corpo, a mente, as nossas vidas. Alimentamos com fútil “habilidade” e indiferença a incapacidade de nos escutarmos, a nós, aos outros e de entender a nossa essência associando-a à assertividade e à possibilidade de ser feliz. Resignamo-nos com a idéia de que vamos morrer inevitavelmente doentes e infelizes. Na verdade, apenas uma das cerca de 1700 pessoas que em média conhecemos (mais estreitamente) ao longo da vida, vai morrer de causas naturais.Todos os restantes, com uma ENORME possibilidade de estarmos incluindos, vai morrer de doença ou acidente. Quanto tempo mais vamos participar nesta “dança”? E você,… de que lado vai escolher ficar?
Precisamos aprender a escolher o outro lado da “realidade”. Aprenda Viver!
Já estão agendados mais 2 cursos para as datas de 22 e 24 de Setembro. Para informações e inscrições, acesse: www.aprendaviver.com, em “PRÓXIMOS EVENTOS” (no canto inferior esquerdo so site).
Uma das mais desgastantes manifestações da reação do organismo, de origem psicológica ou emocional, a situações prolongadas de estresse, é a denominada Síndrome do Pânico. Por ser um distúrbio que pode ter causas diversas de fatores externos, rigorosamente influenciado pelas maiores adversidades e dificuldades experienciadas pelas diferentes pessoas, nas suas dificuldades de resolução e assimilação, pode parecer difícil uma intervenção assertiva ou imediata, que se mostra, do ponto de vista do paciente e dos familiares e amigos próximos, muito difícil de superar. Isso gera graves problemas, não só pela violência das sensações reais e limitações significativas a que o paciente se sente muito desconfortavelmente sujeito, onde toda a rotina habitual muda e a pessoa se sente engessada, incompreendida e só, mas também no seio do seu ambiente familiar e social, onde as pessoas mais próximas (que têm desse modo, também, as suas rotinas alteradas), sentem não só a dificuldade de entender essas limitações que a pessoa de repente passa a evidenciar, como, em muitos casos, passam a desconfiar da veracidade dessas limitações e comportamentos apresentados, sobretudo quando após inúmeros exames e consultas a diferentes especialistas, todos os resultados são normais.
Apesar deste “cenário” de profundo desconcerto e sofrimento, é importante que se saiba que o Síndrome do Pânico, ou Transtorno do Pânico, tem cura e que essa cura não precisa passar pelo recurso a medicamentos que podem atenuar, num primeiro momento, os efeitos, mas também podem se mostrar, posteriormente, outro tipo de impedimento na recuperação definitiva e adequada do paciente, pelo inerente processo de intoxicação que costuma gerar insegurança, pelo quanto o paciente não sente um desejável maior domínio das suas faculdades sensitivas e até, por vezes, psicomotoras. O importante é que todas as pessoas que se vêm acometidas por esse quadro, saibam que podem ficar bem e livrar-se desse instituído e errôneo determinismo que parece ganhar força, de que se trata de uma doença sem cura. É possível passar a ter consciência das causas que levam a esse quadro e a aprender a educar as emoções e adquirir mecanismos autônomos para recuperar a confiança, a segurança, auto-estima e a capacidade de superação de forma definitiva e a consequente reivindicação da legitima qualidade de vida.
Se é o seu caso, se tiver ou conhecer alguém com esses sintomas, ou com outro qualquer quadro depressivo, indique o nosso contato e agende hoje mesmo uma sessão. Aprenda Viver!
A nossa sociedade evolui, exercitando o progresso que nos vai contemplando com uma infinita diversidade de superações, recursos e tecnologias, que agregaram ao longo dos tempos, um conjunto de facilidades, possibilidades e vantagens, que já nem imaginamos como era viver sem elas. Mas este “cenário” privilegiado de sofisticação tecnológica e conforto material, está impregnado de uma silenciosa e cruel epidemia que atinge milhões de pessoas. A verdade é que toda essa superação e tecnologia, não foi acompanhada por uma proporcionalmente desejada capacidade de entender a condição humana, para evitar a proliferação de quadros massivamente aterrorizantes de quem sofre das apelidadas “doenças de civilização”, como o são as cada vez mais familiarmente presentes: depressão, síndrome do pânico, insegurança, medos e fobias, baixa auto-estima, estresse, desmotivação, etc.
Mas, igualmente preocupante, é observar a resignação e condescendência com que as pessoas se submetem, impotentes, aceitando como se de algo determinantemente insuperável se tratasse.
O meu trabalho e a minha proposta é levar a essas pessoas a mensagem de que todos esses sintomas, naturalmente, não lhes pertencem, e que precisam ter a iniciativa, digo mesmo, a responsabilidade de exigir a qualidade de vida, que legitimamente todos temos direito. Informe-se no site: www.aprendaviver.com e agende uma sessão. Dê o passo decisivo para ficar bem, para conhecer o real significado da felicidade e obter assertividade na condução das vivências da sua vida pessoal e profissional. Aprenda Viver!
Já estamos todos a pensar em 2010 e a fazer votos, como sempre , para que seja bem melhor que 2009. No entanto, o ano ainda não terminou e para entrar melhor em 2010, nada melhor que reunir condições especiais para isso. Inscreva-se nos Cursos “Aprenda Viver” ainda este ano.
Novembro
Dia 25- CURSO: “Motivação, Liderança & Auto-Liderança”
Dia 30- CURSO: “Responsabiliade e Competências do 3º Setor”
Dezembro
Dia 02 - CURSO: “Aprenda Viver!”
Dia 04 - CURSO: “Alto Desempenho para Pessoas e Corporações”
Um médico estava fazendo sua caminhada matinal quando viu uma velhinha sentada no degrau de sua varanda fumando um cigarro. Curioso, ele foi até ela e perguntou:
“Não pude deixar de notar como a senhora parece feliz! Qual o seu segredo?”
“Eu fumo 10 cigarros por dia” ela respondeu. “Antes de ir pra cama eu fumo um grande baseado.
Fora isso, eu bebo uma garrafa de Jack Daniels toda semana e só como besteiras. Nos finais de
semana, tomo pílulas, faço sexo e nao faço nenhum exercício fisico”
O médico espantando: “Isso é extraordinário! Quantos anos a senhora tem?”